É PRECISO DAR UM NOME AO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL. ISTO SE CHAMA « FASCISMO ».

O Fascismo repousa sobre o seu « caráter de massa ». Este é elo indispensável ao ciclo político sobre o qual se impõe. A crise política lança sobre a burguesia um sentimento de perigo. É mais uma ferramenta do fascismo buscando um argumento para convencer a massa de que as « mudanças » do sistema são necessárias. Desta mesma forma fizeram o stalinismo soviético, o fascismo italiano e como se pode imaginar, fez também o nazismo alemão.

O FASCISMO DO SÉCULO XXI.
Á partir do inicio do século XX, quando se estabeleceram as bases para a revolução operária russa, a Itália via ganhar volume a figura do fascismo, movimento ligado á burguesia com ampla base de apoio popular. A relação promíscua das instituições com o grande capital já era revelada no início do seculo XX, segundo os escritos de Léon Trotsky. Ele, que foi uma figura emblemática do movimento revolucionário russo de 1917, em seus textos descrevia os eventos que eram à época de grande semelhança aos que ocorrem hoje na luta de classes brasileira. O que naquela ocasião deu origem aos mais diversos movimentos operários, hoje se apresenta como grande algoz da democracia brasileira, tergiversando com o trabalhador, colocando a burguesia no poder.
É preciso « revisitar a historia da humanidade », recuar no tempo ao menos 100 anos e entender as circunstâncias que causara então tantas mudança e que hoje são o mote de tantas aberraçoes, no quadro político brasileiro. Todos os critérios peculiares ao atual contexto da política nacional brasileira estavam presentes àquela ocasião. Para acontecer, o fascismo precisa destruir as instituições democráticas e a classe trabalhadora. Os fascistas buscam a « apatia completa », a desarticulação « nacional e internacional » do movimento operário. Alguma semelhança com o que ocorre com o atual « fascismo brasileiro »? Todas! O mesmo Léon Trotsky, foi traido na União Soviética e durante o exílio no México, algum tempo antes de ser assassinado, alertava : « o fascismo busca substituir as organizações operárias por uma rede de instituições » – MBL, Vem Pra Rua, entre outros – penetrando profundamente na massa. O que buscam é criar empecilhos á consolidação da independência da classe operária, fazem isso através de suas reformas, como é o caso das atuais reformas trabalhista e da previdência.
A NECESSIDADE DA AÇÃO OPERÁRIA.
Foto: Mídia Ninja
No livro Léon Trostsky contra o fascismo, o movimento dos social-democratas já aparece, desde 1932, como sendo uma ala moderada do fascismo. Segundo o livro, existe no fascismo uma « vocação » para desmantelar as « condições materiais e intelectuais da classe trabalhadora ». Ações políticas – reforma da educação, reforma trabalhista, reforma da previdência – visam destituir todos os elementos de auto organização construídos pelos movimentos sociais e dos operários. Eles pretendem fazer isso quebrando a organização sindical, espinha dorsal do movimento operário.
O Fascismo repousa sobre o seu « caráter de massa ». Este é elo indispensável ao ciclo político sobre o qual se impõe. A crise política lança sobre a burguesia um sentimento de perigo. É mais uma ferramenta do fascismo buscando um argumento para convencer a massa de que as « mudanças » do sistema são necessárias. Desta mesma forma fizeram o stalinismo soviético, o fascismo italiano e como se pode imaginar, fez também o nazismo alemão.
Cinco anos após a crise de 1929, Trotsky escrevia aos franceses a partir da Suíça, lamentando não ter estado na França durante a crise de fevereiro de 1934, ocasião em que o fascismo francês conhecia seu ápice. Na ocasião, houvera mais de 30 assassinatos durante as manifestações da esquerda. 
O movimento que vive o Brasil foi iniciado nas manifestações de 2013. Foi lá que abriu-se a brecha para a onda da qual a « mídia fascista brasileira » se apropriou e colocou em cena todos os elementos que deriam pano de fundo á #GreveGeral de 28 de abril de 2017. Os fascistas pretendem ser aqueles que dominam o discurso face á massa. Na sexta-feira, pudemos assistir a cenas dantescas de caminhonetes atropelando pessoas em frente às barricadas. Eles são parte do poder, mas este não pertencem exclusivamente a eles.
A GREVE GERAL COLOCOU AS COISAS NO LUGAR?
Há uma semelhança históricas entre estes dois momentos e apesar das aparências, não há nenhuma coincidência entre o que ocorre hoje no Brasil, e os fatos decorrentes daquele fevereiro de 1934 na Framça. Os métodos atualmente adotados no Brasil fazem parte das informações que recebem reis, rainhas e presidentes, norte americanos e europeus. Eles ficam dentro de uma forma de cofre do poder – o que podemos chamar de « vault » – e traz os maiores segredos da história da democracia moderna. Dentro do « vault » está escrito que o fascismo é a base de todo poder da burguesia. Já era assim desde o bonapartismo do século XIX. É este sistema que permite mudar a forma de produção. Ele amplia o espaço e fornece mais condições para o amplo exercício da mais valia. O fascismo valida o capitalismo em seu estado mais liberal. Por isso entender a « mídia fascista brasileira » como uma batuta do fascismo brasileiro é imprescindível, para entender em que tempo e ritmo vão se suceder os eventos daqui para frente. Cooptando o poder, os fascistas criam um Estado onde a corrupção exerce o mandato.
Voltando á greve geral de sexta-feira, 28 de abril, o Brasil acorda neste domingo de ressaca. O que o movimento operário brasileiro ofereceu aos fascistas foi o sabor amargo de perceberem que o movimento deles não é dominante. O movimento mostra aos trabalhadores que não devem ter medo, mas sim ataca-los e dar golpes para que entendam que os trabalhadores são mais numerosos e mais audaciosos. E serão « cada vez mais ». O movimento operário brasileiro mostrou na ultima sexta-feira que os fascistas não estão sozinhos. Mostrou também que são os operários o movimento mais forte nas ruas. « A sabedoria para vencer os fascistas é saber afrontá-los », diria Léon Trotsky. Covardes, eles se sentem acuados quando percebem o poder que tem a massa operária.

A RESPOSTA.
A exemplo daquele março de 1934, o movimento operário brasileiros provou que desta vez os fascistas estavam do lado de fora das barricadas. Eles não brincam com os operários quando estão organizados e motivados, como aconteceu nesta sexta-feira 28 de abril. Esta data ficará marcada na história brasileira como o dia que o movimento operário brasileiro se levantou contra o fascismo em pleno século XXI.
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É PRECISO DAR UM NOME AO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL. ISTO SE CHAMA « FASCISMO ».

O Fascismo repousa sobre o seu « caráter de massa ». Este é elo indispensável ao ciclo político sobre o qual se impõe. A crise política lança sobre a burguesia um sentimento de perigo. É mais uma ferramenta do fascismo buscando um argumento para convencer a massa de que as « mudanças » do sistema são necessárias. Desta mesma forma fizeram o stalinismo soviético, o fascismo italiano e como se pode imaginar, fez também o nazismo alemão.

O FASCISMO DO SÉCULO XXI.

Á partir do inicio do século XX, quando se estabeleceram as bases para a revolução operária russa, a Itália via ganhar volume a figura do fascismo, movimento ligado á burguesia com ampla base de apoio popular. A relação promíscua das instituições com o grande capital já era revelada no início do seculo XX, segundo os escritos de Léon Trotsky. Ele, que foi uma figura emblemática do movimento revolucionário russo de 1917, em seus textos descrevia os eventos que eram à época de grande semelhança aos que ocorrem hoje na luta de classes brasileira. O que naquela ocasião deu origem aos mais diversos movimentos operários, hoje se apresenta como grande algoz da democracia brasileira, tergiversando com o trabalhador, colocando a burguesia no poder.

É preciso « revisitar a historia da humanidade », recuar no tempo ao menos 100 anos e entender as circunstâncias que causara então tantas mudança e que hoje são o mote de tantas aberraçoes, no quadro político brasileiro. Todos os critérios peculiares ao atual contexto da política nacional brasileira estavam presentes àquela ocasião. Para acontecer, o fascismo precisa destruir as instituições democráticas e a classe trabalhadora. Os fascistas buscam a « apatia completa », a desarticulação « nacional e internacional » do movimento operário. Alguma semelhança com o que ocorre com o atual « fascismo brasileiro »? Todas! O mesmo Léon Trotsky, foi traido na União Soviética e durante o exílio no México, algum tempo antes de ser assassinado, alertava : « o fascismo busca substituir as organizações operárias por uma rede de instituições »– MBL, Vem Pra Rua, entre outros – penetrando profundamente na massa. O que buscam é criar empecilhos á consolidação da independência da classe operária, fazem isso através de suas reformas, como é o caso das atuais reformas trabalhista e da previdência.

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A NECESSIDADE DA AÇÃO OPERÁRIA.

No livro Léon Trostsky contra o fascismo, o movimento dos social-democratas já aparece, desde 1932, como sendo uma ala moderada do fascismo. Segundo o livro, existe no fascismo uma « vocação » para desmantelar as « condições materiais e intelectuais da classe trabalhadora ». Ações políticas – reforma da educação, reforma trabalhista, reforma da previdência – visam destituir todos os elementos de auto organização construídos pelos movimentos sociais e dos operários. Eles pretendem fazer isso quebrando a organização sindical, espinha dorsal do movimento operário.

O Fascismo repousa sobre o seu « caráter de massa ». Este é elo indispensável ao ciclo político sobre o qual se impõe. A crise política lança sobre a burguesia um sentimento de perigo. É mais uma ferramenta do fascismo buscando um argumento para convencer a massa de que as « mudanças » do sistema são necessárias. Desta mesma forma fizeram o stalinismo soviético, o fascismo italiano e como se pode imaginar, fez também o nazismo alemão.

Cinco anos após a crise de 1929, Trotsky escrevia aos franceses a partir da Suíça, lamentando não ter estado na França durante a crise de fevereiro de 1934, ocasião em que o fascismo francês conhecia seu ápice. Na ocasião, houvera mais de 30 assassinatos durante as manifestações da esquerda. 

O movimento que vive o Brasil foi iniciado nas manifestações de 2013. Foi lá que abriu-se a brecha para a onda da qual a « mídia fascista brasileira » se apropriou e colocou em cena todos os elementos que deriam pano de fundo á #GreveGeral de 28 de abril de 2017. Os fascistas pretendem ser aqueles que dominam o discurso face á massa. Na sexta-feira, pudemos assistir a cenas dantescas de caminhonetes atropelando pessoas em frente às barricadas. Eles são parte do poder, mas este não pertencem exclusivamente a eles.

A GREVE GERAL COLOCOU AS COISAS NO LUGAR?

Há uma semelhança históricas entre estes dois momentos e apesar das aparências, não há nenhuma coincidência entre o que ocorre hoje no Brasil, e os fatos decorrentes daquele fevereiro de 1934 na Framça. Os métodos atualmente adotados no Brasil fazem parte das informações que recebem reis, rainhas e presidentes, norte americanos e europeus. Eles ficam dentro de uma forma de cofre do poder – o que podemos chamar de « vault » – e traz os maiores segredos da história da democracia moderna. Dentro do « vault » está escrito que o fascismo é a base de todo poder da burguesia. Já era assim desde o bonapartismo do século XIX. É este sistema que permite mudar a forma de produção. Ele amplia o espaço e fornece mais condições para o amplo exercício da mais valia. O fascismo valida o capitalismo em seu estado mais liberal. Por isso entender a « mídia fascista brasileira » como uma batuta do fascismo brasileiro é imprescindível, para entender em que tempo e ritmo vão se suceder os eventos daqui para frente. Cooptando o poder, os fascistas criam um Estado onde a corrupção exerce o mandato.

Voltando á greve geral de sexta-feira, 28 de abril, o Brasil acorda neste domingo de ressaca. O que o movimento operário brasileiro ofereceu aos fascistas foi o sabor amargo de perceberem que o movimento deles não é dominante. O movimento mostra aos trabalhadores que não devem ter medo, mas sim ataca-los e dar golpes para que entendam que os trabalhadores são mais numerosos e mais audaciosos. E serão « cada vez mais ». O movimento operário brasileiro mostrou na ultima sexta-feira que os fascistas não estão sozinhos. Mostrou também que são os operários o movimento mais forte nas ruas. « A sabedoria para vencer os fascistas é saber afrontá-los », diria Léon Trotsky. Covardes, eles se sentem acuados quando percebem o poder que tem a massa operária.

A exemplo daquele março de 1934, o movimento operário brasileiros provou que desta vez os fascistas estavam do lado de fora das barricadas. Eles não brincam com os operários quando estão organizados e motivados, como aconteceu nesta sexta 28 de abril. Esta data ficará marcada na história brasileira como o dia que o movimento operário brasileiro se levantou contra o fascismo em pleno século XXI.

Só de ver os seus olhos…

Eu sou, definitivamente, o homem mais feliz ao ver os seus olhos.
O seu sorriso me encanta mais do que qualquer fortuna que a vida tenha me ofertado.
Eu quero só essa sensação de bem estar, de passar horas navegando por toda parte, parado na mesma fotografia.
Quando a vida for boa, eu terei vc por perto, só pra olhar nos olhos e enxergar as cores que não existem.
Ter na memória todas aquelas músicas e melodias que ja não se fazem mais.
Relembrar as memórias da pele.
Quando a vida for boa.

Os fugitivos do calvário.

Sozinho se nasce, se morre, “sozinho” também se ressuscita. As famílias se reúnem para celebrar o “renascimento” daquele que partiu sozinho para buscar o perdão aos pecados do próximo. O perdão aos pecados dos “não pecadores” e o perdão do próprio pecado encarnado na esperança de uma raça humana guiada por “valores” que como num balé cíclico, se deturpam e instrumentalizam nas mãos dos próprios “algozes”, “crucificadores”. As cruzes foram postas, mas, os “covardes” fugiram do calvário. Esconderam-se nas casas do povo e viram no “ofício de fazer cruzes” uma forma de lucrar com os próprios pecados. É isto, está revelado, os senhores não dominam a economia, nem a política, os senhores dominam as “oficinas de cruzes”. Dominam os corredores sujos dos “matadouros”, mas o gado que executam são seus “semelhantes” desesperados pela dor e desespero que os impõem vós, “fugitivos do calvário”. Se na sua prata e no seu ouro a luz reluz mais limpa do que nos metais daqueles que derramaram “o próprio sangue”, erro destarte dos que os fizeram sangrar. A luz é para todos! E cada um escolhe em que “sombras” pretende navegar. Não ha na historia da humanidade carpinteiro que não tenha jamais provado das “farpas”, nem bom marinheiro que não tenha sido nauseado pelas “tormentas”. L.P.A.

Deux bonnes nouvelles depuis la fin du mois de février 2017

La première nouvelle concerne une chute significative du nombre des cas de torture rapportés en Tunisie. Selon un rapport de l’Organisation tunisienne contre la torture (OCTT), 153 cas de torture et traitement cruel, inhumain et dégradant ont étés rapportés en 2016, alors qu’en 2015 ce chiffre montait à 250. Cela représente une baisse d’environ 61 %.
Toutefois, le rapport publié en février 2017 par l’OCTT présente une situation assez préoccupante où les violations de la Convention contre la torture persistent avec la complicité de l’État tunisien. Selon ce même rapport, la police s’avère responsable dans 62 % des cas et des agents correctionnels sont impliqués dans 24 % de cas dénoncés.
Jugée comme étant « sur la bonne voie » par les experts des Nations unies, la Tunisie s’efforce de mettre fin aux cas de torture et des traitements cruels, inhumains et dégradants, bien que le pays a encore beaucoup de travail à faire pour y arriver. Nous encourageons la Tunisie afin qu’elle mette « les mains à la pâte » et qu’elle réponde aux exigences de la Convention contre la torture pour l’éradication totale de la torture sur son territoire.
La deuxièmement bonne nouvelle vient du continent asiatique, plus précisément de l’Ouzbékistan en Asie centrale. Elle rapporte une victoire dans la lutte contre la torture et en faveur de la liberté d’expression. Après 18 ans d’emprisonnement, le journaliste ouzbek Muhammad Bekjanov, lauréat du Prix 2013 pour la liberté de la presse de Reporteurs sans frontières (RSF) a été remis en liberté le 22 février 2017. M. Bekjanov, un « héros de l’information » de RSF, a subi toute sorte de torture et de traitements inhumains et dégradants durant son incarcération. Cela a atteint de façon irréparable son état de santé. Parmi les séquelles subies en conséquence de la torture figure la perte de plusieurs dents ainsi qu’une partie de son ouïe.
Bekjanov incarne un des cas d’emprisonnement de journalistes le plus long jamais rapportés. Plusieurs organisations internationales ont exprimé un profond soulagement face à la libération de Muhammad Bekjanov. Les organisations appellent les autorités ouzbèkes à prendre des mesures afin que le journaliste rejoigne sa famille aux États-Unis dans les plus brefs délais. Les organisations font appel pour que le pays libère le plus rapidement possible les journalistes et défenseurs des droits de la personne injustement détenus en Ouzbékistan. L’ACAT Canada reste alerte pour la suite des choses.

Sources
L’Orient. 2017-02-22. Tunisie: nette baisse des cas de torture depuis 2015 : https://www.lorientlejour.com/article/1036652/tunisie-nette-baisse-des-cas-de-torture-depuis-2015.html
Reporteurs sans frontières. 2017-02-22. Muhammad Bekjanov, libre après 18 ans passés dans les prisons ouzbèkes : https://rsf.org/fr/actualites/muhammad-bekjanov-libre-apres-18-ans-passes-dans-les-prisons-ouzbekes

Originalmente postado em :
http://acatcanada.org/2017/04/03/deux-bonnes-nouvelles/

Sequestradora de crianças

Falsidade ideologica e sequestro internacional de criança.

NOMCarta de ConduçãoE: Juçara Fernandes Moreira dos Sanots.

ALIAS: Juju

PAÍS: Portugal

CRIME: Sequestro e subtração de menor.

 

ID Cristiane

 

NOME: Cristiane Fernandes da Silva; ou Cristiane Fernandes Salah-Salah; ou Cristiane Fernandes Marra

ALIAS: Cris

PAÍS: Brasil

CRIMES: Sequestro e subtração de menor. Falsidade Ideológica, Fraude, Denunciação Caluniosa, Estelionato.

Fonte: https://www.interpol.int/en

Recado

Filha, tentei falar com vc hj!

Ando preocupado!
Gostaria muito que vc desse um jeito de falar comigo.
Precisamos conversar e isto é URGENTE.
Te amo.
Seu pai.

P.S.: Não se preocupe. Esta tudo sendo registrado desde 2007. 😉 No futuro vc vai conhecer toda a verdade, nua e crua, como num “filme”. Vc saberá exatamente o que aconteceu, quando e quem fez o que. 😉
Te amo.