Crise de refugiados. Diálogos da paz.

13332835_1560343934260614_5975556238636787184_nSobre o tema dos refugiados enquanto não se estabelecer uma verdadeira politica de paz não fracionada, as exceções e os arroubos políticos vão sempre acabar tomando um rumo já conhecido e previsível. Isto impõe insistentes tragédias à humanidade.

Paz, restabelecer as relações no âmbito do entendimento. Paz! 🙂 Propostas deveriam ser formuladas e apresentadas. 

“Qual a possibilidade de adequar a realidade vigente aos interesses que a impõem através da paz?” Não ha outra forma de lidar com o assunto, senão através de termos específicos.” 

Contratos, prazos, multas e penalidades claras.Direito internacional, que partam para os tratados. É tempo de renova-los e de refaze-los, “não apenas a agenda 2030, uma agenda humanitária de reforço às instituições internacionais, também o direito internacional e os direitos humanos. Situações de criseoferecem as melhores saidas. “Muito ataque e pouco dialogo, triste sina a deste mundo.”

Civis não podem pagar o preço dos arroubos políticos, o dever cidadão se amplia para todos. O errado pra um, vale para todos, “se forem desnudados os problemas, encontraremos as soluções nas áreas de conflito.

”Ha uma grande necessidade de fortalecer um ambiente internacional, torna-lo favorável á apresentação de acordos e propostas, respeitando-se evidentemente um certo consenso, talvez até se impor sanções e imposições. 

Devem os países envolvidos nos bombardeios, ou aqueles envolvidos diretamente com a crise dos refugiados, apresentar propostas de medidas concretas, para resolver a questão, no sentido de tomar para si os encargos humanitários, para fornecer amparo à população atingida?

Será melhor para aquele que conseguir oferecer com segurança infraestrutura de baldeaçao das populaçoes refugiadas. Ao menos, que entreguem a infraestrutura ou um certo caminho de livre acesso. Salvo conduto para os civis, por favor.

Isto pode inclusive reforçar cadeias produtivas. “É necessario reduzir ao máximo os períodos de intervenção. “Esta questão precisa ser observada.” É lamentável assistir a tudo o que se tem visto ultimamente, civilizações estão sendo exterminadas.

Ha de haver uma forma da humanidade dialogar que permita também chegar-se a denominadores comuns.

Spoiler: “De onde vem tanto ódio?”

Um Brasileiro​ por traz da paz.

 

Humanitari0629984_400ans confront suffering wherever it may be, often at great personal sacrifice. Their contributions often go unnoticed, but their impact is felt by millions who frequently have nowhere else to turn”

Samantha Powers

Sérgio Vieira de Mello era um tipico brasileiro, engajado em reconstruir a harmonia e equilíbrio politico baseado na diplomacia. Alto comissario da ONU, o diplomata brasileiro,a quem em muito se essemelhava o próprio presidente Obama, no inicio, quando das disputas presidenciais para o seu primeiro mandato, foi uma pessoa importante no processo de pacificação de diversas zonas de conflito.

Sérgio esteve no Líbano, Bósnia, Ruanda, Kosovo, Timos Leste e no Iraque, o que lhe atribuiu uma experiencia sem precedentes além da vivencia em tantas zonas de conflito. Assassinado em 2003 num atentado contra a sede das Nações Unidas (Oo) no país, o homem que teve uma vida brilhante, um Brasileiro de alto quilate no jogo das relações internacionais. Definido pelo ex-presidente Lula em 2003, como “raro”, ou “uma semante única”, que não se pode encontrar da noite para o dia.

Podemos dizer que ele tinha tudo para ser um dos próximos lideres mundiais. Sérgio Vieira de Mello deixou um legado diplomático nas Nações Unidas, o homem por traz da resiliência, defendia uma pronta recuperação do poder institucional das zonas de conflito, visando o pronto e rápido restabelecimento da ordem, sem que o povo sentisse os impactos nocivos da ocupação.

Sérgio Vieira de Mello, aportou em Bagdá com uma junta dos melhores especialistas das Nações Unidas, visando o pronto restabelecimento após a invasão em 2003, além da determinação de entregar ao povo Iraquiano um futuro independente, após a guerra.
Em suas palavras, era importante “substituir o mais rápido possível a coalisao para recobrar plenamente a soberania do povo. Ninguém quer estar sob ocupaçao”.

O diplomata ainda questionava, “como ele se sentiria se visse sua terra natal, o Rio de Janeiro sendo invadida?!? Eu não iria gostar!” afirmou categoricamente, Sérgio, em um documentario fascinante realizado pela HBO Documentary.

Em 19 de agosto de 2003, durante uma reunião que estava sendo televisionada, o diplomata brasileiro e mais 21 pessoas, entre membros das Nações Unidas em missão no Iraque, foi assassinado num “atentado terrorista” contra a sede das Nações Unidas em Bagdá. Uma morte lenta e violenta para um homem que deixou um legado diplomático baseado na paz e nos direitos humanos, digno de ser continuado.

A morte de Sérgio Vieira de Mello deixou estarrecida a comunidade diplomática internacional e ainda estarrece! Pessoas ligadas ao Diplomata testemunharam todo o incidente e saíram ilesas, entre eles o Politólogo Libanês Ghassan Salamé e sua então assistente na época, a curdo-iraquiana Shawbo Taher.

Sérgio Vieira de Mello carregava a chama do povo brasileiro por direitos humanos, paz, equilíbrio e equidade. Um diplomata que pagou caro o preço de sua dedicação para com a humanidade. Fica a pergunta, até quando?

Em sua homenagem hoje, diremos, Sérgio Vieira de Mello vive em todo Brasileiro!

Acompanhem os documentários a respeito do diplomata, a seguir na programação do Novo Jornal Nacional.

Nós ainda sugerimos as seguintes leituras, para maior entendimento sobre a questao: “Chasing the Flame : Sergio Vieira de Mello and the Fight to Save the World” publicado em 2003 e “A Problem from Hell: America and the Age of Genocide” ambos de autoria de Samanta Powers.

“Il y a un coup d’état en marche au Brésil”

“Il y a un coup d’état en marche au Brésil”

“Nous avons une tradition dans les coups d’état dans notre pays. Nous avons aussi de la résistance “, affirme M. Wadih Damous.

L’ex-président de l’OAB (l’ordre des avocats du Brésil) Rio de Janeiro, le député pétiste, M. Wadih Damous, voit dans l’opération #LavaJato une action orchestrée pour faire tomber le gouvernement et empêcher M. Lula dans la dispute électoral de 2018.

L’ex-président de l’OAB (l’ordre des avocats du Brésil) à Rio de Janeiro le député fédéral du PT, M. Wadih Damous a considéré illégale la 24eme. étape de l’Opération #LavaJato, déflagré ce matin, le vendredi, le 4 février. Suit M. Damous il n’y a aucune justification juridique pour une conduction coercitive contre M. Lula, il ne s’est jamais récusé de fournir des informations et de collaborer avec toutes les autorités dès qu’il était appelé. “M. Lula a été kidnappé par la police fédérale brésilienne, qui répondait à une appelle de l’a.k.a. “République du Parana” notamment une mention à l’état Brésilien où ils planifient le coup d’état.

Dans une entrevue à Carta Capital, M. Damous a aussi questionné la compétence juridique de la cour du Parana pour faire une enquête sur M. Lula. Il a aussi remarqué qu’il y a eu une “action orchestrée” (cic) pour faire tomber le gouvernement, empêcher M. Lula dans les élections en 2018, ainsi qu’ils veuillent chasser l’enregistrement du PT, le parti des travailleurs. « Ça c’est un coup! » Dit M. Damous!

CartaCapital: La 24eme étape de l’opération #LavaJato ce matin a eu comme cible l’ex-président Lula. Est-ce que ça vous a surpris de voir la Police Fédérale Brésilienne ce matin?

Wadih Damous: Aucunement! Pour être bien objectif, il y a un coup d’état en cours. N’est pas un coup appuyé par les militaires, comme il y nous avons eu en 1964. Ceci c’est subventionné pour le système juridique brésilien, travers un douteux juge du Parana, qui fait plier les institutions démocratiques au pays. Il n’est pas correct de dire que la police fédérale a fait une conduction coercitive de l’ex-président, la seule façon dont ça se justifie, c’est quand quelqu’un réfute de se présenter en cours ou se révolte et décide de ne pas y aller pour prêter son témoignage. Ce qu’on a vu aujourd’hui, c’est du kidnappe! M. Lula a été kidnappé pour la police fédérale, pour l’ordre d’un juge de première instance, de la “République du Parana”.

CC: Alors, la conduction coercitive ne se justifiait pas parce que M. Lula ne s’est jamais récusé de fournir des informations, c’est ça?

WD: Exactement, cependant, il faut remarquer que tous ces témoignages n’ont jamais visé de mettre rien au clair en ce que concerne des questions de la justice.L’objectif c’est de harceler l’ex-président Lula. Jusqu’à date , c’est le pas le plus important et le plus osé pour le coup d’état. Le prochaine 13 mars, on verra la marche de la famille avec Dieu, comme ce que c’est passé en 1964. Il nous faut alors évoquer Joao Goulart !(L’ex-président exilé pour la dictature et mort dans l’exile), Getúlio Vargas, qui ce sont très bien représentés dans la figure de Lula. Il y a un coup d’état en marche dans le pays.

Il y en a plus: il y a une stratégie après la “République du Parana”, après Sergio Moro, le juge. Ils veulent mettre une tache de façon inoubliable dans l’image de l’ex président et effacer la possibilité de sa candidature lors des élections présidentielles de 2018, ce que c’est la plus grande peur de l’opposition. Cette stratégie se promène pour la chasse au mandat de la présidente, Mme Dilma Rousseff et pour la chasse à l’enregistrement du parti des travailleurs (PT). Le juge a créé sa stratégie de processus lui-même.

Avec la gueule de 13 de mars et allié aux grandes médias, ils veulent forcer la suprême cours à fixer compétence fédérale, à son bureau, alors qu’il représente seulement un juge de la première instance.

CC: Est-ce que le président Lula devrais être sous-mis à sa juridiction à Curitiba?

WD: Aucunement! C’est de la farce l’histoire de Atibaia et Guaruja, la compétence c’est du ministère publique et de la justice de Sao Paulo, s’il est le cas, pas cela de Curitiba. On peut voir un mouvement orchestré. Le jeudi on a fait sortir un genre de faux fuites d’information legale en lien avec le sénateur Delcidio do Amaral, lui, a sorti un communiqué disant qu’il n’avait pas témoigné . Ce dépliant pas qualifié qui s’appelle IstoÉ, a anticipé son édition avec un mensonge, “et voilà la prouve que je viens de recevoir: le sénateur M. Delcídio a sorti une déclaration dont il infirmait de façon incontestable ce que contenait tel délation. Il n’y a aucune attention aux informations.”

CC: Vous croyiez qu’il y aurait une réaction en défense de M. Lula?

WD: Sans aucun doute! On va freiner le coup dans les rues!! Ils sont en train d’essayer. Ils lui ont kidnappé pour voir comment on réagit. Si nous ne nous sommes pas impliqués, comme leur prochaine pas, ça serait la prisions. Mais ils se surprendront! Les nouvelles générations ont déjà écouté des générations passées qu’un coup se fait de même, exactement comme ils sont en train d’essayer maintenant au Brésil. Nous avons une tradition dans les coups d’état, mais, nous avons aussi une bonne résistance. Et ça se fera dans les rues, je suis certain.

CC: Est-ce que l’épisode rallume le débat sur l’impeachment dans le Congrès?

WD: Oui, cela aussi. C’est le temps d’arrêter les illusions. Même à l’intérieur du PT plusieurs personnes étaient septiques en ce que concerne la légalité, l’état démocratique de droit, le républicanisme, voyions donc, c’est qui ça représente. J’espère que la conduite de la police fédérale, le ministère publique, évidemment ceux de la “République du Parana” ce soit persécutés. Une enquête doit être ouverte. Il faut qu’on affronte les illégalités qui se sont mises en pratique au sein de l’opération #LavaJato.

 

par Rodrigo Martins — publicado 04/03/2016 11h48, dernière modifcation 04/03/2016 12h23

Originalement publié:

http://www.cartacapital.com.br/blogs/cartas-da-esplanada/201cha-um-golpe-de-estado-em-curso201d

Photo : Tomaz Silva/Agência Brasil

Traductions: Rubem Jr.